Em 21/08/2018, terça-feira, os(as)Conselheiros(as),do Conselho Municipal de Educação - CME, Conselho de Alimentação Escolar - CAE e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica -FUNDEB com a presença da Secretária Municipal de Educação,senhora,Célia Maria do Nascimento Tavares, reuniram-se extraordinariamente, no Centro Municipal de Estudos e Projetos Educacionais - CEMEPE, sala 30,com a seguinte pauta: Reestruturação das ações da Secretaria Municipal de Educação,(equipes SME e CEMEPE);
CME
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quinta-feira, 30 de agosto de 2018
quinta-feira, 12 de julho de 2018
212ª Reunião do Conselho Municipal de Educação de Uberlândia - CME
Em 11 de julho de 2018, reuniram-se na sede do Conselho Municipal de Educação de Uberlândia, Conselheiros(as) para, dentre outros assuntos, discutirem a Base Nacional do Currículo Curricular BNCC.
quinta-feira, 5 de julho de 2018
211ª Reunião Ordinária do Conselho Municipal de Educação de Uberlândia em 27-06-2018
* Esclarecimentos referentes a falta de contratação Professores (as) nas Escolas da Rede Municipal de Ensino, com a presença da Diretora de Desenvolvimento Humano da Secretaria Municipal de Educação, senhora, Marilda Varison;
* Apresentação do Projeto da Lei Ordinária nº 00006/2018, dispõe sobre a instituição da "Semana Municipal de Combate à Adultização e à Erotização Infantil, Vereador Isac Cruz;
terça-feira, 12 de junho de 2018
sexta-feira, 2 de março de 2018
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
MOÇÃO DE REPÚDIO CONTRA O PROJETO ESCOLA SEM PARTIDO
MOÇÃO DE REPÚDIO CONTRA O PROJETO ESCOLA SEM
PARTIDO
O Conselho Municipal de
Educação de Uberlândia vem, por meio desta moção, manifestar seu repúdio à iniciativa
de se promover nos municípios a disseminação de um projeto de Miguel Nagib,
fundador da ONG Escola sem partido, cuja finalidade é cercear a liberdade de
ensinar, até então, permitida aos professores.
O Projeto de Lei 867/2015, que
foi desengavetado, pretende incluir entre as diretrizes e bases da educação
nacional o Programa Escola sem Partido, de autoria do deputado federal Izalci
Ferreira (PSDB/DF), o que coloca em debate a possibilidade da ação educativa ser
neutra e desprovida de qualquer concepção político-ideológica.
Importa considerar que tal
projeto é um retrocesso para a educação e para a sociedade, pois se veem
privadas de sua essência que é a cidadania e o desenvolvimento de um pensamento
crítico. Mesmo por que, toda escola é um espaço político que visa, além da
leitura e da escrita, ao pensamento autônomo do indivíduo.
A contradição da proposta ocorre pelo desejo explícito de se instaurar uma concepção ideológica conservadora,
alheia à agenda dos direitos humanos, avessa aos movimentos sociais, suas
reivindicações e a repercussão dessas no mundo da escola. Para tal, descaracterizam que a educação é a mola propulsora para uma sociedade efetivamente
democrática.
O CME junta-se a outros movimentos diante
dessa agenda que se pretende impor, visto que é uma forma brutal de escamotear
as desigualdades, injustiças e opressões que estão à vista de toda a sociedade,
o que destruiria a nossa já tão frágil democracia.
Por tais razões os conselheiros se posicionam contrários à proposta arbitrária dos vereadores do município de Uberlândia, Wilson Pinheiro e Márcio Nobre, de implantar tal projeto no âmbito da educação do município de Uberlândia.
Moção aprovada na 203ª reunião do Conselho Municipal de Educação de Uberlândia, em oito de novembro de 2017.
_____________________________________________________________________________
CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
Lei Municipal Nº 12.397 de 17 de março de 2016
Rua Izaura Augusta Pereira, 287 - Santa Mônica
(34) 3210-5625 - Uberlândia /MG - 38408-192
E-mail: cmeudi@gmail.com
segunda-feira, 21 de agosto de 2017
198ª REUNIÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
198ª - Centésima Nonagésima Oitava Reunião do Conselho Municipal de Educação em 28/06/ 2017
Moções de Repúdio ao não Pagamento dos Servidores Públicos Municipais
MOÇÃO
DE REPÚDIO
O Conselho Municipal de
Educação – CME, vem, através desta moção, apresentar à Prefeitura e Secretária
de Educação do Município de Uberlândia, nossa indignação acerca do não
pagamento do salário do mês de dezembro aos servidores municipais, o que
representa mais de cinco meses de prejuízos a essas pessoas e suas famílias.
São sabidas as irregularidades ocorridas, sobretudo, no setor educacional, em
que os professores, educadores infantis, diretores e coordenadores das escolas
municipais não receberam ainda seus vencimentos, por isso nossa repulsa frente
e tal atitude.
De que adiante a
prefeitura ter efetuado o pagamento da folha referente ao mês de dezembro aos
servidores contratados temporariamente, deixando pendente o pagamento dos
efetivos que ganham acima de quatro mil e quatrocentos reais. Por causa dessa
demora e desse descaso com a categoria, várias mobilizações foram realizadas
por servidores, e não só da educação, em que cobram uma postura mais ética em
relação ao salário atrasado.
Em nota enviada pela
assessoria de comunicação, “a Administração Municipal ressaltou que as
rescisões contratuais ainda serão quitadas e que a atual gestão continua
empenhada em buscar soluções definitivas para saldar todos os débitos pendentes
de 2016”, contudo isso se deu no dia 24 de março e nada foi feito. O que se
nota é que o Governo Municipal tem se mostrado insensível aos anseios e
necessidades dos servidores.
O ex-prefeito Gilmar
Machado alegou ter deixado dinheiro em caixa para esses pagamentos; o atual
prefeito Odelmo Leão Carneiro rebate tal afirmação, dizendo que a dívida
deixada pela antiga gestão é enorme. Na verdade, enquanto assistimos a essa
troca de acusações, o trabalhador perde, e muito. Isso demonstra que o
compromisso do novo prefeito, assumido em campanha e verbalizado em sua posse,
em janeiro de 2017: “Estou examinando qual é a maneira que eu vou buscar para
poder definitivamente resolver isso”, não vem sendo cumprido.
Os servidores municipais
são, constantemente, desafiados aterem visão de futuro e a guiar as pessoas a
viver os valores e princípios defendidos e praticados em suas escolas e
instituições, auxiliando no crescimento de seu município, assim a presente
Moção de Repúdio é a manifestação concreta da insatisfação do CME e seus
Conselheiros pelo desrespeito praticado pelo Senhor e por seus secretários.
MOÇÃO
DE REPÚDIO
O Conselho Municipal de
Educação de Uberlândia vem a público, manifestar veemente repúdio à falta de
ações concretas da Prefeitura Municipal de Uberlândia em relação ao acerto de
pendências com o conjunto dos servidores municipais. O atraso no pagamento dos
salários referentes ao mês de dezembro, que para inúmeras famílias de
servidores se prolonga por mais de cinco meses e têm promovido desgastes
emocionais, perda na qualidade de vida e de direitos desses profissionais. São
servidores efetivos e contratados que, após anos de trabalho e dedicação,
sofrem com danos financeiros, morais e emocionais ocasionados pelo não
pagamento do salário do mês de dezembro de 2016.
Nesse sentido, esse
Conselho repudia veementemente e recomenda a regularização das pendências:
I – O não pagamento do
salário de dezembro de 2016, para funcionários com rendimentos acima de quatro
mil e quatrocentos reais. Fato que coloca em situação de vulnerabilidade
inúmeras famílias de servidores da Educação, na maioria mulheres, que dobram
turno para garantir o sustento do lar;
2- A não correção da
remuneração, com os devidos reajustes referentes ao pagamento do Piso Salarial
Nacional para professores, bem como, os devidos enquadramentos da/na carreira e
demais correções legais previstas no Plano de Carreira dos Servidores Públicos
Municipais;
3 – O não pagamento do
cartão alimentação, retroativo ao mês de junho do Ano de 2016, que vem
precarizando a alimentação das famílias dos servidores, a cada mês;
4 – A não contratação de
profissionais para suprir adequadamente as demandas nos quadros das unidades
escolares do município, o que vem acarretando sobrecarga de tarefas aos
profissionais da Educação e prejuízos na qualidade do trabalho desenvolvido nas
unidades de ensino.
Por estas e outras
razões, os Conselheiros Municipais de Uberlândia reafirmam a sua posição
contrária à falta de ações concretas e urgentes por parte dos gestores
municipais, no sentindo de dirimir as questões acima elencadas e recomendam o imediato pagamento do salário
de dezembro de 2016 e demais benefícios em atraso; a correção e reajuste dos
salários dos funcionários públicos Municipais conforme o que consta na Lei
Nacional do Piso salarial ( Lei nº 11.738, de 16 de Julho de 2008), bem como o
devido enquadramento nas carreiras para todo/as o/as servidore/as público/as
municipais de Uberlândia/MG.
terça-feira, 13 de junho de 2017
197ª Reunião do Conselho Municipal de Educação - 31 de maio de 2017
A Secretária Municipal de Educação, Sra. Célia Maria do Nascimento Tavares, em reunião com os Conselheiros do Conselho Municipal de Educação, falando sobre a apresentação e organização das ações da Secretaria Municipal de Educação.
quinta-feira, 4 de maio de 2017
Moção de Repúdio
O Conselho Municipal de
Educação – CME, em Uberlândia, enquanto espaço de discussão e deliberações
acerca da educação na cidade, repudia veementemente o que ocorreu em
Uberlândia, no Triângulo Mineiro, com a Pedagoga Dandara Tonantzin Castro. A
ex-aluna da Universidade Federal de Uberlândia, engajada no Movimento
Estudantil, militante, conselheira do CNPIR – Conselho Nacional de Promoção da
Igualdade Racial, foi vítima de racismo quando, em um espaço de eventos,
participando da formatura do curso de Engenharia em que prestigiava um amigo de
infância em suas comemorações, teve seu turbante arrancado, recebeu ofensas
verbais e um grupo de rapazes despejou cerveja sobre sua cabeça. Não há
justificativa para atitudes dessa natureza, além do que o racismo é um crime
inafiançável. Segundo a pedagoga, ela recebeu olhares de reprovação desde o
momento em que adentrou o local em que acontecia a festa. Isso porque a escolha
de seus trajes incomodou os presentes. Bastante emocionada, a pedagoga, de 23 anos,
fez um longo relato, contando o episódio de racismo. Ela escolheu um vestido
branco bordado e um turbante dourado. O acessório usado foi motivo de
constrangimento e violência. Já fui vítima de racismo em outros episódios, mas
foi a primeira vez que usaram violência. Sofri preconceitos em aviões,
aeroportos e até em sala de aula. Dessa vez além do racismo, houve intolerância
religiosa porque o turbante remete a religiões de matrizes africanas. Houve
também machismo. Os agressores eram todos homens. Eles riam, debochavam –
desabafou Dandara, ainda bastante emocionada. Não há palavras que possam
amenizar a gravidade de uma violência como essa. Já estamos vivendo um momento
de muita intolerância em todos os sentidos. O Conselho Municipal de Educação –
CME vê a necessidade de publicar esse caso e potencializar a denúncia de todas
as formas de preconceito. Colocamo-nos ao lado de todos que lutam por outra
estrutura de sociedade que supere a subordinação da vida humana a qualquer tipo
de segregação e humilhação.
Uberlândia, 26 de abril
de 2017.
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